Se um dia você precisar transportar arquivos de mais de 4GB entre Windows, Mac e Linux você terá de formatar seu HD externo ou pen drive com um padrão (ou organização de arquivos) que suporte esse tamanho de arquivo. Entre as opções de formatação disponíveis, a que oferece mais chances de interoperabilidade é a NTFS da Microsoft. Como a maioria dos computadores é Windows, todos eles são compatíveis nativamente (desde fábrica @:-)))) . Por outro lado, os outros sistemas operacionais não têm como escrever em um disco ou dispositivo formatado com NTFS nativamente. No caso do Mac OS, quando um dispositivo NTFS é conectado nele, ele só deixa fazer operações de leitura.
Mas há solução para isso, e bem madura. A que vou apresentar tem pelo menos 2 anos de existência. Ela serve para o Mac OS X 10.4, 10.5 e para o 10.6. Quanto ao linux, eu não fiz teste e não sei se há alguma distribuição que já vem com suporte a escrita a dispositivos NTFS, mas a idéia original da solução do Mac se originou do desenvolvimento desse mesmo suporte no linux. Por isso, deve ter algum pacote para baixar e instalar no linux. Pelo menos li em um dos sites listados abaixo que Fedora e Ubuntu já vem instalados com isso.
A minha versão atual de Mac OS X é 10.6.2. São necessário basimente 2 softwares:
1) eu primeiro instalei o MacFuse (http://code.google.com/p/macfuse/). Ele vai permitir que o Mac OS interaja com softwares especializados na escrita e leitura em NTFS e outros formatos não suportados nativamente pelo Mac. Não espere achar algum ícone do MacFuse no diretório de aplicações;
2) depois disso basta instalar o NTFS 3G (http://www.ntfs-3g.org/) para Mac. Ele é o software que vai interagir com o MacFuse e com o dispositivos para escrita e leitura. Ele demora um pouco para terminar a instalação. Não pense que ele travou;
3) após isso, é recomendável reiniciar o Mac.
Pronto, agora pode conectar o seu dispositivo NTFS e ele vai estar disponível para leitura e escrita automaticamente.
É altamente recomendável desconectar o dispositivo NTFS do seu mac através do comando de ejetar no Finder. Isso já era necessário antes, mas agora mais do que nunca, já que foram introduzidos 2 softwares para escrever e ler do hd externo ou pen drive.
Western Digital MyPassport vem com software obrigatório
A Western digital cometeu um grande erro e conseguiu piorar o HD externo deles. A nova linha Passport deles vem com um tamanho menor e um desenho elegante de produto. Porém, vem com um software dentro do aparelho, que quando conectado a um computador Mac ou Windows, monta um CD virtual.
Após várias reclamações e reviews negativos, eles publicaram no site deles como desabilitar isso. Está no link abaixo. Porém, é inútil, pois quando o HD é reconectado, o Virtual CD volta a aparecer.
Além disso, eu testei o software de backup que vem no virtual CD e não gostei. Eu já tenho a minha solução de backup e não quero outra.
Achei que essa idéia de comprar dispositivos e vir com soluções de software indesejáveis já tinha passado. Apesar disso, o disco tem funcionado bem.
Conheço vários colegas e amigos que compraram a versão anterior do hd externo e não se queixaram. Mas acho que foi um grande erro eles terem feito isso de uma maneira tão invasiva. É claro que devem estar mirando o novo mercado de usuários procurando backup para fotos e vídeos pessoais, mas a um grande risco de incômodo. Um conhecido, que não é da área de TI, pediu-me uma recomendação de qual HD externo comprar há duas semanas. Eu não tinha comprado o novo MyPassport ainda, mas disse para ele que eu já havia utilizado e tinha gostado do antigo. Após ter comprado o novo, não sei se recomendarei.
Essa história aconteceu comigo há mais de um mês. Tenho que registrá-a aqui, pois é mais do que justo.
Em um sábado à noite meu Mac Book Pro parou de exibir vídeo no LCD e também em qualquer monitor externo. Na segunda seguinte eu o levei ao Mundo Mac (http://www.mundomac.com.br/), e eles me disseram que poderia ser um defeito de fábrica da placa de vídeo. Eu disse que já tinha passado o tempo de garantia, e eles me disseram que não haveria problema com isso, pois a Apple tinha pedido um recall dessa placa. Bastava certificar-se que o defeito era o de fábrica mesmo. Para isso, eles precisavam executar um aplicativo no meu mac, e enviar um código para a Apple nos EUA.
Na quarta-feira, à tarde, da mesma semana uma pessoa do Mundo Mac me liga e diz que o meu mac está pronto, e que além disso, de fato não precisaria pagar nada pelo conserto. Ou seja, em três dias tive solução do problema sem pagar nada por isso.
Fora essa boa notícia e bom serviço, nessa mesma semana eu teria de voltar a trabalhar, pois as minhas férias estariam para acabar. Voltei a trabalhar na quarta da mesma semana, e estava sem o meu Mac Book Pro, pela manhã. Por isso, peguei emprestado o notebook Mac Book da minha esposa. Ele tem 1 GB de memória RAM. É um branco Intel da série, hoje, já considerada antiga. Para voltar a trabalhar com ele, recuperei o backup do meu mac a partir do Time Capsule (http://www.apple.com/timecapsule/) e instalei o Parallels (http://www.parallels.com/), pois preciso de uma máquina virtual Windows para algumas tarefas no meu trabalho, tais como usar o SAP e algumas coisas do Outlook. Eu não tive que reconfigurar o Windows, dado que o arquivo da configuração da máquina virtual veio do backup. Só precisei instalar o aplicativo que executa a máquina virtual. Tudo funcionou bem, apesar de mais lento. A comparação é até injusta, uma vez que o meu mac tem 4GB de RAM e o da minha esposa tem 1 GB. Para melhorar o tempo de carga inicial do Windows no mac, liberei espaço em disco do mac de 1GB. Com isso, ele fez melhor uso de memória virtual para compensar falta de memória real, e dessa forma consegui trabalhar no meu primeio dia pós-férias normalmente.
Concluindo, não há como eu não ficar satisfeito por usar Mac Book para trabalho e lazer. Além do produto ser muito bom, a Apple oferece muito bons serviços no Brasil. Já ouvi falar de fabricantes de notebook com escritórios no Brasil que não oferecem uma garantia mundial. Por isso, você que compra notebook lá fora e usa para trabalho e lazer, pesquise quais seriam as reais chances de ser atendido no Brasil, em caso de problema ou um recall.
Música independente de boa qualidade, pelo menos para mim
Isso foi bem legal. Eu estava olhando como funcionava um equalizador no site do fabricante, e eles colocaram o clip de uma banda tocando My favorite things. O clipe está no Youtbe. No meio do clipe aparece a URL da banda no Myspace, com músicas gratuitas e outras pagas sendo US$1 por música.
Seguer o local da banda no MySpace : http://www.myspace.com/pomplamoosemusic .
Segue até agora clipe da minha música favorita deles. Na realidade, a banda é formada por um casal fazendo vários overdubs.
Será que ele sabia a responsabilidade da companhia aérea quando despachou isso? Por outro lado, cada vez mais as pessoas viajam com instrumentos musicais. Será que as cias. aéreas não deveriam oferecer opções melhores?
O OpenDNS ( http://www.opendns.com/ ) não permite mais navegar em alguns sites sociais e algumas redes P2P. Provavelmente fizeram isso para que ele se torne interessante para empresas.
Como desconfio da segurança do DNS da Net, vou passar a usar o DNS do UOL. Para quem quiser, os IPs são 200.221.11.100 e 200.221.11.101 .
No Chile a tensão elétrica padrão é de 220 V. Por isso, se comprar algo eletrônico, não esqueça que vai ter de usar um transformador no Brasil. Não é grande problema, pois um transformador para suportar um aparelho de 100W, por exemplo, custa de R$50 a R$90. Por isso, pode valer a pena.
Apesar dos importadores chilenos não pagarem imposto na importação, não achei muitas pechinchas em jogos e aparelhos eletrônicos, exceto um amplificador de baixo que estava o mesmo preço da Amazon americana. Já jogos para PS3 tinham preços similares aos do Brasil. Os produtos costumam ser mais baratos, mas tem de andar em shoppings e no centro para achar bons produtos com bons preços. Um shopping que recomendo é o Parque Arauco.
Vinhos no Chile são muito baratos, e a melhor relação custo/benefício está nos vinhos mais difíceis de serem encontrados no Brasil. Por exemplo, a linha Casillero del Diablo de Concha Y Toro pode custar de R$10 a R$20 a garrafa. No Brasil, chega a custar R$40. Além do preço, no Chile, tem a variedade. Por exemplo, você pode achar Casillero Pinot Noir e Shiraz Rose. Nunca os tinha visto antes aqui no Brasil
No Chile, todo o consumo paga o imposto chamado IVA. Esse imposto é de 19%, mas nos hotéis que fiquei, falando que sou brasileiro e que vou pagar em moeda estrangeira em espécie ou no cartão, o imposto não é cobrado. Em um dos hotéis, eles deixaram até que o meu cartão fosse cobrado em Reais no cartão de crédito em 6 vezes sem juros, como se fosse uma compra aqui no Brasil.
Estive no Chile nas minhas férias. Aprendi algumas palavras em espanhol falando com os chilenos, lendo anúncios e placas, e claro levando um pequeno dicionário na mochila.
Segue o básico para evitar gafes no Chile, e talvez em outros países que falem espanhol.
almoço - almuerzo bala (comestível) - dulce banheiro - baños café - café café da manhã - desayuno cardápio - carta chá - té colher - cuchiara copo - vaso extra de serviço, caixinha - propina faca - cuchillo garfo - tenedor hotel - hotel jantar - cena meninos - niños obrigado - gracias quarto de hotel - habitación rua - calle taça - taza, copa talheres - cubiertos táxi - taxi xícara - taza, jícara
O Openoffice consegue imprimir em modo paisagem ou landscape
Sim, o Openoffice consegue essa tarefa trivial. Basta que você vá em Formatar e depois Página e mude a Orientação para paisagem. Não adianta fazer como no Microsoft Word indo em configurações de impressão. Ele ignora isso, se você fizer.
A atualização do Iphone versão 3.0 tem uma nova funcionalidade para a aplicação Ipod que é a shake to shuffle. Agitando o Iphone durante a execucao de uma música faz com que ele avance para outra.
Isso vem habilitado, e para supresa das pessoas que correm com o Iphone escutando música, elas começam a serem trocadas aleatoriamente.
Portanto, se você corre escutando o Iphone, recomendo desligar o shake to shuffle.
Falta de cooperação entres departamentos e filiais
Você chega em um aeroporto e quer alugar um carro. Não fez reserva e não há mais carros disponíveis em uma das locadoras. Então você vai a outra.
Se a locadora pertencer a uma grande rede, ela poderia ver se há uma filial na cidade com um automóvel disponível, e sugerir a ida do futuro cliente até lá, ou mesmo pedirem para entregar o carro no aeroporto. Mas não foi o que aconteceu hoje com a Localiza quando cheguei ao aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia. Quando vi que em duas locadoras não havia automóvel, sendo uma delas a Localiza, me dirigi a uma terceira, quando uma pessoa na fila me disse que havia outra Localiza na cidade. Peguei um folheto com o telefone no guichê da Localiza, pois a fila estava demorada, e vi o número lá.
Quase que eles perderam a locação. Quase fiquei sem carro. Nesse caso, a persistência do cliente em querer o carro e evitar uma nova fila de uma terceira locadora prevaleceram. Mas poderia ter sido melhor.
As coisas poderiam ser melhores nas grandes empresas se houvesse um entendimento melhor da estratégia, de como fidelizar clientes e o que está a disposição para parcerias e sinergias. Funcionários deveriam ser recompensados por isso. Não faz sentido em ser grande, se você não é forte. Os grandes que não são fortes só são mais lentos.